30 de março de 2010

Uma campanha de impacto

Impressionante a campanha que uma administradora de estradas no sul da Inglaterra criou para que os motoristas usem sempre o cinto de segurança.

Slogan muito bem pensado: “Abrace a Vida” (Embrace Life)

Confira:

29 de março de 2010

Marketing pessoal aprimora a profissão



Até poucos anos atrás, os funcionários precisavam realizar suas tarefas com precisão e pouco importava a imagem que os outros tinham deles. Isso mudou. Hoje, qualquer empregado deve se preocupar com a sua imagem profissional. Segundo consultores, o marketing pessoal é tão importante quanto o conhecimento e a experiência na área.

O marketing pessoal é um conjunto de ações estratégicas, atitudes e comportamentos que conduzem a trajetória pessoal e profissional de uma pessoa.

Para isso, é preciso ter qualidades e habilidades inatas ou adquiridas que, se aperfeiçoadas, promovem comportamentos favoráveis à realização dos objetivos", explica o consultor Eduardo Vieira, da DBA Consultores, de São Bernardo.

Atualmente, o profissional moderno usa esta ferramenta para ter um diferencial competitivo. "Não basta ser bom, é preciso mostrar que você é bom", diz Vieira. Os especialistas afirmam que qualquer pessoa pode aprender a vender bem sua imagem.

PLANEJAMENTO - No plano de marketing, é preciso desenvolver as competências pessoais, que fazem parte de seu comportamento, como liderança, criatividade, bom humor, auto-motivação, capacidade de produzir conhecimentos, relacionamento interpessoal, entre outros.
A outra parte do plano de marketing consiste na aplicação de ferramentas para promoção pessoal. São exemplos o uso de cartões de visitas de uma maneira dinâmica, ter um sistema de relações públicas pessoal, construir uma rede de relacionamentos (networking) e outros fatores que ajudam a promover a carreira.
Recursos como o coaching, programação neurolinguística, terapias e outras ferramentas podem ajudar. "É fundamental ter conhecimento técnico da função, senão todos os demais atributos viram inúteis", lembra Vieira.

MARCA PESSOAL - "O marketing tornou-se uma ferramenta estratégica essencial no processo de se conduzir com sucesso uma marca pessoal no mercado de trabalho atual", afirma a coordenadora de treinamento Joice Sipriani, da consultoria Personal Coach, de Santo André.
Recursos básicos, que parecem não fazer tanta diferença no dia-a-dia, são algumas das estratégias usadas nos cursos de marketing pessoal. São eles: confiança, liderança, trabalho em equipe, motivação, bom humor, planejamento, conhecimento, aperfeiçoamento, resultado, falar bem e humildade.

VISIBILIDADE - O professor de Comunicação norte-americano Irving Rein, autor de diversos livros sobre o assunto, como o Marketing de Alta Visibilidade, questiona porque algumas pessoas ganham fama, atingindo o topo do sucesso, enquanto outras permanecem obscuras mesmo tendo capacidade para realizar um excelente trabalho.
Segundo ele, "visibilidade é o que todo executivo em início de carreira quer e o que todo profissional incógnito almeja. É o ingrediente-chave que faz qualquer profissional ser o mais requisitado. A procura pela alta visibilidade é reflexo das pressões de um mercado saturado e competitivo."
~
PRÁTICA - Para Joice, a busca pela visibilidade não é deliberada, mas acidental ou resultado de algum talento excepcional. "Praticar o marketing pessoal no dia a dia não deve ser um esforço fingido, mas algo que flui espontaneamente", afirma.

Por Cibele Gandolpho Do Diário do Grande ABC

28 de março de 2010

Marketing tem que Emocionar


Todos nós somos “inundados” por centenas de mensagens publicitárias diariamente, parece muito? Então repare na quantidade de comerciais de tv, rádio, revistas, jornais, outdoors, fachadas de lojas, camisetas, etc nos quais esbarramos todos os dias.
Quando você for divulgar sua empresa, se sobressaia desta “enchente” de informações, capte a atenção do seu cliente já nos primeiros segundos, desperte a curiosidade e emocione; faça com que o cliente crie um quadro mental de sua propaganda (principalmente se for rádio). Quem não lembra do refrão: Varig, Varig, Varig. (é só ler e a música vem a cabeça na hora, para quem tem mais de 30…).

Qual é o posicionamento de sua empresa? Seu diferencial, aquilo que vem identificar sua empresa como única no mercado.
Lembram-se da cerveja redonda? Todo mundo sabe qual é (skol). Agora pergunto, qual cerveja nacional que não tem a boca redonda? A resposta é:

Nenhuma, todas têm a boca redonda, mas aquela marca que lançou a idéia se posicionou na mente do consumidor como a cerveja que desce redondo. E o seu ponto forte, qual é?

DICA: Faça com que sua mensagem chegue até as três pontas do triângulo que representa a família, ou seja, o homem, a mulher e a criança. Todos são formadores de opinião e merecem a nossa atenção.

Nos supermercados coloque produtos infantis nas posições mais baixas das gôndolas. Falando nisso, lembram-se do importante cadastro? Mande um convite personalizado para que as crianças venham à sua loja e conheçam o coelhinho da Páscoa (podem ser coelhos de verdade, ou então uma pessoa vestida de coelho distribuindo balinhas dentro da loja), e por que não ter uma pessoa fazendo pintura de coelhinho nas crianças, tirando fotos (dê a foto mas venda o porta retrato), etc.

Mande os convites em nome das crianças e assinados pelo próprio coelho (marca de patinhas).

Por: Lorenzo Busato, Consultor em marketing e vendas, consultor e palestrante.
Site: www.gruposupera.com.br

Dica de leitura


Marketing Para O Seculo XXI
Como Criar, Conquistar E Dominar Mercados

'Marketing para o século XXI' é um guia para o marketing, com conselhos que abrangem os desafios apresentados pela hipercompetição, a globalização e a internet. Um livro para quem quer se inteirar sobre marketing de banco de dados, de relacionamento, high-tech e de internet, entre outros campos de aplicação desta ciência.

26 de março de 2010

DIGA ONDE QUER CHEGAR

Já experimentou entrar num táxi, apressado para chegar ao seu destino e não dizer ao motorista onde deseja ir?

Talvez, não. E imagine o resultado disso.

A menos que você já conheça o chofer e ele saiba a sua rota de cor, o resultado seria desastroso ou, no mínimo, constrangedor. Já se pegou em situações parecidas em sua vida, onde deseja algo profundamente, mas, não consegue acreditar que pode chegar lá?
Certamente, sim. O resultado pode ser o mesmo.

Entendeu a diferença entre querer chegar a um objetivo e acreditar que os meios podem estar ao seu redor? Esta é a grande diferença dos vencedores.

Diga ao “motorista” onde você deseja ir e aprecie a paisagem até chegar ao destino

O estudo das cores e suas estratégias na Propaganda


A cor sempre atrai e causa no ser humano predileção por determinadas tonalidades de acordo com fatores emocionais, de personalidade e de influências sócio-culturais do indivíduo. Ela é um elemento sugestivo e proporciona grande prazer aos olhos, fazendo parte de nossa vida, causando inúmeras emoções e sensações. A cor está, de fato, impregnada de informação, e é uma das mais fortes experiências visuais que temos em comum.

Toda cor, é uma construção coletiva de cunho social. Toda roupa, objeto de decoração ou carro colorido, transmite perceptivamente informações a respeito de quem os utiliza. O que define o significado de cada cor é a percepção do objeto que a traz, juntamente com a história deste objeto, e ao mesmo tempo o indivíduo que olha para ele e na cultura em que está inserido. Uma frase de Hobsbawm define justamente essa questão, onde afirma que “construímos nossas tradições, os nossos símbolos, inclusive os significados das cores.” O significado das cores, é sempre dinâmico, nunca estático.

Ao analisarmos a cor vermelha, em especial, a depender do contexto teremos vários significados. Durante a ditadura militar, essa cor era vista como associação ao comunismo, e quem a tivesse usando em suas roupas, era com certeza reprimida. Quando estamos ao volante, parados diante do semáforo, a cor vermelha ganha um outro sentido, que por sua vez envia uma mensagem para o motorista ter atenção e parar o seu veículo. Analisando a cor branca e preta, vemos outras curiosidades com relação à interpretação (leitura). O branco na civilização ocidental, tem o significado da paz e da harmonia. A mesma cor, diante um olhar oriental, irá representar o luto e a tristeza. Diferentemente da cor preta, que possui também os mesmos diferenciais interpretativos, quando se muda de uma cultura para outra.

O emprego das cores é diferente nas artes e na comunicação. No Marketing e em campanhas publicitárias por exemplo, a cor tem uma função bem definida e específica, ajudando assim na clareza da mensagem a ser transmitida, pois o público precisa entender com exatidão o que uma determinada campanha quer dizer. A escolha por cores saturadas ou neutras, farão parte das intenções visuais da campanha. Dependendo da situação, uma cor pode ser usada para proporcionar destaque em algum elemento, imagem ou informação veiculada. O uso de certas tonalidades servirá com o objetivo de realçar algum elemento gráfico ou textual de um projeto. O vermelho, por ser uma cor do sangue, tem o poder natural de provocar uma reação de atenção nos indivíduos. É bastante utilizado constantemente em campanhas que promovem a alimentação, pois desperta inconscientemente a fome.

Vamos agora conhecer as características de algumas cores:

- Cinza: elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza. Indica discrição. Ideal para atitudes neutras e diplomáticas.

- Vermelho: paixão, força, energia, amor, velocidade, liderança, masculinidade, alegria (China), perigo, fogo, raiva, revolução, atenção. Esta é uma cor que aumenta a atenção, e é um estimulante. Indicada para uso em anúncios que sugerem calor e energia como esportes, academias, escolas de dança, negócios de bens e imóveis ou para a rede alimentícia como restaurantes, lanchonetes, etc.

- Laranja: energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo. Indicada para as mesmas aplicações do vermelho, com resultados um mouco mais leves.

- Azul: harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade. A cor azul é neutralizante nas inquietações do ser humano; acalma o indivíduo e seu sistema circulatório. Indicado em anúncios que caracterizem o frio. O azul claro é mais destinado para área artística, serviços e produtos de informática. Já o azul escuro passa a idéia de execução. Ideal para negócios, educação, serviços financeiros, negócios de alto investimento e que necessitem mostrar confiabilidade.

- Verde: natureza, primavera, fertilidade, juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro (Estados Unidos), boa sorte, ciúmes, ganância. Oferece uma sensação de repouso. É uma cor indicada para anúncios que caracterizem o frio, azeites, produtos naturais, saúde, plantas, vegetais, produtos florais e higiene pessoal.

- Amarelo: concentração, otimismo, alegria, felicidade, idealismo, riqueza (ouro). É uma cor imprecisa, pode produzir dúvidas no indivíduo e tirar parte de sua atenção. Não é uma cor motivadora por excelência. Combinada com o preto pode ter um resultado eficaz e interessante. É geralmente indicada para anúncios que indiquem luz, e é desaconselhável seu uso em superfícies muito extensas.

- Dourado: passa a imagem de riqueza e segurança. Ideal para corretores, banqueiros, comerciantes e para serviços de alta qualidade e desenvolvimento pessoal.

- Pink: imagem feminina. Cor indicada para moda, cosméticos, produtos e serviços de buffet infantil.

- Magenta: luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade, desejo.

- Violeta: espiritualidade, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência, dor. É uma cor que entristece o humano, portanto, não muito bem vista na criação publicitária.

- Roxo: Acalma o sistema nervoso. Ideal para anúncios de artigos religiosos, em viaturas, acessórios funerários etc. Para dar a essa cor maior sensação de calor, deve-se acrescentar vermelho; de luminosidade, o amarelo; de calor, o laranja; de frio o azul; de arejado o verde.

- Branco: pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição. Passa uma idéia de limpeza e é indicada mais para produtos do que para serviços.

- Preto: poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato,
raiva, mistério. A cor preta passa uma imagem de autoridade e é ideal para serviços de produtos de segurança e proteção. Simboliza luxúria quando combinada com dourado e prata. Em campanhas com várias cores, tende a gerar frustração.

- Castanho: sólido, seguro, calmo, natureza, rústico, estabilidade, estagnação, peso, aspereza.

As campanhas publicitárias e as propagandas não são feitas por acaso. Empresas não investem escolhendo de forma aleatória as cores que serão utilizadas em uma determinada ação de vendas. Uma boa escolha pode ajudar a construir um negócio, pois, cada uma delas têm suas características sensoriais e emotivas. Cada tonalidade carrega consigo, aspectos psicológicos e culturais, sendo assim, as campanhas de Marketing e vendas, precisam estar atentas a esses fatores, pois, outras culturas podem ter diferentes significados e interpretações.

Por: Mateu Gomez

OPINIÃO: Não construa sua carreira pensando em dinheiro

Não tenho duvida de que muitos de nós já ouvimos dois tipos de conselho no que se refere às nossas escolhas profissionais. O primeiro diz que temos de fazer aquilo que “dá dinheiro”; o segundo, de que o certo mesmo é fazermos aquilo de que gostamos

Diante dessas duas orientações, aparentemente antagônicas, ficamos num dilema: o que devo, afinal, fazer? Ser pobre e feliz, ou rico e amargurado?

O fato, porém, é que as opções não são mutuamente excludentes. Se uma pessoa pensar somente em dinheiro, e em nome da ambição abraçar uma carreira que nada tenha a ver com sua personalidade, é muito provável que ela sequer consiga trilhar o caminho do sucesso. Ao contrário: ela viverá angustiada, e facilmente dará ouvidos aos amigos que lhe dirão que aquele trabalho é pura perda tempo, que ela está desperdiçando seu talento em um lugar que não reconhecer seu valor, que está sendo explorada pela empresa etc.

E, ao dar atenção a essas vozes de desalento e pessimismo, o profissional de fato começa a se sentir injustiçado, prejudicado. Sua reação, então, é colocar o “pé no freio” para não produzir tanto, para gerar menos resultados para a empresa – e nem se dará conta de que, na prática, está bloqueando seu próprio desenvolvimento profissional. Por isso, é muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor. Além disso, uma remuneração mais alta está necessariamente vinculada à conquista de resultados melhores. Na frase “se eu ganhasse o que você ganha, trabalharia tanto quanto você”, temos, implícito, um problema de lógica. Afinal, o que surge primeiro é o bom desempenho, que leva aos ganhos mais elevados, e não o contrário.

É comum os anos se passarem, e o profissional que, no passado, orgulhava-se em “não trabalhar além dos limites”, mostrar-se frustrado e insatisfeito, autodefinindo-se como alguém “sem sorte”, que não conseguiu se firmar no mercado, progredir, brilhar, ter sucesso. Sempre que ouço esse tipo de coisa, fico um pouco incomodado. Afinal, um profissional de sucesso certamente sacrificou muitas horas de lazer para poder sobressair e empenhou-se de corpo e alma no exercício da carreira. Reduzir seu brilho a mera questão de sorte é, no mínimo, uma injustiça!

O segredo para conquistar o sucesso não é sorte. Esse segredo reside em colocar toda energia no cumprimento de seus afazeres, e em saber atuar junto com a equipe. Compartilhar com as pessoas os desafios, as experiências e os bons resultados faz toda diferença. Ao dedicarmos nosso tempo a pessoas que precisam do nosso suporte, também estaremos sujeitos às críticas. Ouviremos que X ou Z “não fariam isso por dinheiro nenhum do mundo”, e que você erra por deixar os outros se aproveitarem da sua boa vontade. Bobagem. Se você está ganhando experiência, inclusive em relacionamento interpessoal, tanto melhor!

Por tudo isso, trabalhe como se o dinheiro que recebe hoje não fosse importante. Estude como se dependesse do conhecimento para sobreviver, cultive a empatia com as pessoas e ajude cada um à sua volta a se desenvolver. Com essas atitudes, você logo vai notar que a onda virtuosa criada à sua volta terá reflexos diretos sobre a sua vida – e sobre o seu sucesso, é claro!

Por: Marcelo Gonçalves, Que é sócio-diretor da BDO, responsável pelo escritório de São José dos Campos.

23 de março de 2010

Marketing - Uma profissão cada vez mais subserviente


Existem profissões soberanas e outras que a cada dia tornam-se progressivamente subservientes em que o conhecimento é irrelevante. Na área biológica ou em exatas, poucos se aventuram a palpitar. Já imaginou o paciente informando ao médico que prefere o medicamento A ao invés do B ? Ou o acionista informando ao engenheiro que quer estressar o cálculo e levar os materiais daquela ponte ao limite?
Se acontecer uma vez, pode ter certeza que não terá uma segunda.

Na nossa área é diferente. Todos entendem de marketing. Uma vez, eu estava apresentando uma concorrência de comunicação em um fundo de investimento, quando entrou um rapaz para pegar assinaturas e, enquanto aguardava o executivo assinar os papéis, começou a olhar a apresentação e cinco minutos depois comentava e opinava sobre o trabalho.

Uma das áreas que todo mundo “domina”, são as pesquisas qualitativas. E não só opinam. Basta assistir dois ou três grupos e já tem profissionais que passam a moderar grupos. E pior, analisar os resultados com a profundidade de um pires. Processos grupais são complexos e como o ser humano tem facetas e nuances, não é possível interpretar comportamentos literalmente. No subterrâneo de uma declaração às vezes encontra-se sua antítese.

Alguns profissionais estudam anos a relação entre as cores, harmonia, significados e combinações e aí chega um profissional que nem viu o brief, que não entende do assunto, estava passando na porta da reunião e recomenda a troca da cor daquela embalagem por outra que pessoalmente prefere.

Estas situações acontecem também com textos, conceitos, produtos, displays, roteiros de filmes, direção de arte de comunciação, músicas em lojas e em spots e por aí vai.. Não é uma questão de aumentar o logo. É uma questão de reconhecer que tem pessoas que fizeram um curso superior, trabalham em suas áreas há anos e quando recomendam um caminho, uma embalagem, uma abordagem, uma campanha ou uma estratégia, ancoram-se não em seu gosto pessoal, mas no conhecimento adquirido em estudos, na literatura e na vida prática.

E sabem o que estão fazendo. Se não sabem, contrate quem saiba e utiilize seu conhecimento para aumentar as chances de sucesso. Acredito que seja o imponderável das ciências humanas que abre esta lacuna para a falta de profisionalismo. A questão é que justamente por existir o imponderável, as empresas deveriam se cercar de conhecimento.

Por Beth Furtado - Consumo e Inovação, do Mundo do Marketing

7 dicas sobre como formular hipóteses

No planejamento, após determinar o orçamento com seu controller:

1- Utilize dados históricos como ponto de partida. Mesmo em época de mudanças rápidas de opiniões, abordagens e atitudes, as informações sobre a performance passada podem estabelecer um ponto de partida.

2- Confie em sua própria experiência. Faça suposições inteligentes sobre o que provavelmente acontecerá no futuro.

3- Ouça sua intuição. Mesmo que não consiga confirmar esses sentimentos interiores, ainda assim você deve levá-los em consideração.

4- Empreenda um planejamento preciso e meticuloso de suas atividades e examine as implicações dele. Vá a campo e obtenha as informações de que precisa. Isso pode envolver pesquisar, ler jornais comerciais, colher dados estatísticos de sua indústria e assim por diante. Também não se esqueça que a Internet é um recurso crescente de informações.

5- Converse com pessoas entendidas e ouça as opiniões deles. Discuta suas idéias com os membros de sua equipe, seus colegas e seus mentores. Procure as pessoas que participam de sua indústria, fornecedores, líderes comunitários afetados e especialistas no campo. Envolva-se em discussões com seus concorrentes.

6- Aprenda quando assumir riscos e quando ser conservador. Em um mercado volátil, hipóteses conservadoras podem ser as mais seguras.

7- Teste suas hipóteses. Se possível, teste suas hipóteses em pequenos experimentos antes de aceitá-las.

21 de março de 2010

Palestra Motivacional Joseph Climber

A Gestão do Conhecimento nas empresas

A informação só tem valor quando gera conhecimento, e o conhecimento não aplicado é pior que a desinformação.

Portanto, o domínio de um conhecimento por si só não atribui mérito à pessoa; a sabedoria está no uso que se faz dele. E, nas organizações, o mérito está na capacidade de fazer uma composição coletiva de todo o conhecimento dos indivíduos que a constituem e que são, na realidade, os responsáveis pelo conhecimento organizacional.

E, para isso, não basta apenas conectar cada indivíduo, é necessário que estas conexões sejam bem gerenciadas, de modo que o trabalho coletivo seja mais que uma simples soma de conhecimentos.

Na Era do Conhecimento, em que o mundo atua em rede e a velocidade do acesso à informação é fator de alta competitividade, o grande desafio das organizações é administrar seu conhecimento de forma mais eficiente que os seus competidores.

Transformar informação em conhecimento torna-se, portanto, capacidade essencial da Empresa. Informação é tudo o que sabemos, mas que, no entanto, não modifica a nossa vida. Conhecimento é tudo que sabemos e fazemos. E isso modifica totalmente os resultados em nossa vida.

Como dito no artigo “Ajude sua equipe de vendas”, existe neste contexto fatores preponderantes que nos levam a uma tarefa essencial: identificar, coletar, processar e tornar disponível a todos na organização o conhecimento necessário para a realização de negócios e obtenção de resultados sustentáveis. Para tanto, é preciso que o conhecimento criado diariamente na empresa seja organizado, estruturado e colocado à disposição das pessoas que dele necessitam para atuar no âmbito da empresa.

Entretanto, não podemos ver a Gestão do Conhecimento de forma simplista e isolada. Trata-se de um processo que requer participação, construção coletiva, enfim, compromisso e envolvimento de todos que atuam e interagem com a organização.

A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento. (Platão)

O que é Empatia?


Volta e meia nos deparamos com palavras e expressões “da hora” e EMPATIA é a bola da vez para um relacionamento pessoal e comercial promissor.
.

Empatia: capacidade psicológica para se identificar com o eu de outro, conseguindo sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas.

=
Entendeu?

Para se ter empatia, o primeiro passo é OUVIR. Acontece que muita gente não ouve com a intenção de compreender, ouve com a intenção de retrucar. Ou estão falando ou se preparando para falar com base em suas crenças individuais. Quem diz que está ouvindo pode estar ignorando, fazendo de conta que ouve balançando a cabeça, ouvindo apenas o que lhe interessa ou sendo educado e tudo isso está longe de ser “ouvir de maneira empática”.

EMPATIA não é solidariedade, ou mesmo entender as palavras usadas. Você ouve procurando captar o significado e o sentimento. Ouve para descobrir o comportamento. Usamos os dois hemisférios do cérebro para se ter empatia. Portanto, OUVIMOS com o corpo inteiro, sentimos realmente as aflições, desejos e necessidades do outro.

Stephen Covey, autor do best-seller “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, diz que devemos criar sinergia, como hábito de comunicação empática:

“A sinergia é estimulante. São fantásticas a abertura e a comunicação que ela pode gerar. As possibilidades de ganho verdadeiramente significativo, de melhora significativa são tão reais que vale a pena o risco que tal abertura acarreta.”

Poucas pessoas foram treinadas para ouvir. Mas para aqueles que desejam incrementar sua capacidade de comunicação devem se tornar ouvintes melhores entendendo profundamente o outro ser humano a partir das referências dele. Só assim conseguiremos um processo de ganha-ganha, onde os fins e os meios são iguais.

A receita é simples, porém focada:

- Veja o problema do ponto de vista do outro;
- Identifique as questões-chave e as preocupações envolvidas;
- Determine que resultados constituiriam uma solução plenamente aceitável;
- Identifique novas opções possíveis para alcançar tais resultados.

Covey considera empatia como “a senha para se fazerem depósitos nas contas do banco emocional”. Trata-se de uma metáfora que descreve quanta confiança foi estabelecida em um relacionamento... “Se eu faço depósitos na conta do banco emocional com cortesia, bondade, honestidade e honrando meus compromissos com você, constituo uma reserva”.

6 atitudes para aumentar a confiança:

- Compreenda a pessoa;
- Fique atento às pequenas coisas;
- Honre compromissos;
- Deixe as expectativas claras;
- Mostre integridade pessoal;
- Desculpe-se sempre que tiver de voltar atrás.

Nunca esqueça: as desculpas devem ser sinceras: “Pedidos de desculpas considerados não-sinceros fazem com que se volte atrás”.

Sugiro uma leitura atenta dos 7 hábitos. O livro de Covey não tem absolutamente nada a ver com auto-ajuda e eu sempre relutei em Lê-lo por achar que tinha algo de “Quem comeu o queijo que o monge deu para o executivo Paulo roedor dono de uma escola de um PNL de última geração...”.

15 de março de 2010

BELO APRENDIZADO