31 de agosto de 2010

EVENTO



Na sexta-feira dia 11/09 o feirão será das 08:00hs às 18:00hs, e no sábado das 8:00hs às 12:00hs

22 de agosto de 2010

16 de agosto de 2010

Marketing religioso

O sentimento religioso é muito forte no brasileiro. Várias empresas já perceberam isso e estão investindo nesse filão. O crescimento do segmento evangélico e o fato de sermos o maior país católico e espírita do mundo indicam a variedade de produtos e serviços que podem ser criados para atender esse público crescente.
Livros, CD's, revistas, jornais, brinquedos educativos, programas de computador, camisetas, serviços telefônicos, e mais o que você imaginar. Certas religiões têm regras muito claras sobre comida, comportamento, etc., que podem ser aproveitadas bem por sua empresa. Procure consultar as autoridades religiosas da sua região para perceber a viabilidade de entrar em um desses nichos. Quem já está nesse mercado. Só a Editora e Gravadora Bom Pastor vende por ano mais de um milhão de discos evangélicos, sendo considerada a maior gravadora da área do mundo. A Comunhão Cristã Produções se especializou em fazer vídeos e programas de computador para o mundo religioso. Um de seus produtos é o Church para Windows, um software que ajuda na administração de igrejas.. A Basílica de Aparecida, São Paulo, maior santuário católico do país, está construindo o Centro de Apoio ao Romeiro, projeto que prevê um shopping com 712 lojas, além de um auditório para 21.000 pessoas. O estacionamento também será alterado para melhor acomodar o enorme fluxo de fiéis àquele lugar.. Uma empresa está vendendo 2 mil unidades por mês de uma bíblia em CD´s. Só em 2007, 15 milhões de Bíblias foram vendidas no Brasil. Se você quiser entrar nesse mercado, deve prestar atenção em algumas coisas:. Você não precisa necessariamente mudar seu produto ou serviço. Basta adaptar parte da comunicação para aquele público específico.. Vender para pastares, ministros, padres e similares também é um bom mercado. Lembre-se que os produtos voltados a esse mercado tendem a ser baratos (livros espíritas, por exemplo, custam no mínimo 3 vezes menos que livros comuns).. Não confunda o mercado religioso com o esotérico. Este é muito mais sujeito a modas - duendes, cristais, florais, runas, anjos. Você deve saber exatamente quando entrar e quando sair de cada onda. Por exemplo, uma construtora em São Paula lançou casas com isolamento de energia telúrica, força que emana do encontro da água com a terra e tem efeitos nocivos à saúde das pessoas. O mercado religioso é mais estável. Apesar de você estar nesse mercado para ganhar dinheiro, você também estará lidando com algo muita importante para as pessoas. Você lidará com a fé, com o que os seus consumidores prezam mais.
Você estará alimentando a alma de muitas pessoas. Seja extremamente cuidadoso.

Por Redação VendaMais

14 de agosto de 2010

Camisas Oficiais ou abadas de micaretas baianas

O Futebol Brasileiro é assim, hoje a grande moda é ser clube empresa, isso na teoria é muito fácil, porém na pratica é muito complicado, no mundo globalizado o profissionalismo é algo que ninguém pode abrir mão, é importante transformar os clubes em empresas, pois é uma fonte de arrecadação, geração de empregos, e um grande meio de busca a grandes parcerias.
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No mundo do marketing, estudar e se capacitar é primordial, sabemos a que publicidade e o Marketing andam juntinhos, lado a lado, e muitos confundem isso e acabam misturado tudo, acabam transformando essas duas ferramentas maravilhosas em uma lambança sem fim. Falando hoje dos uniformes dos clubes no Brasil, os dirigentes procuram o filho do seu João que é cunhado do irmão da dona Maria que é tia 2ª de fulano que é amigo do presidente, etc.... para fazer o designer da camisa do time de futebol de seu clube, é ridículo, algo que se esse povo conhecesse o marketing e a publicidade não fariam isso com os olhos dos torcedores, e principalmente desvalorizam os profissionais de ambas as áreas.
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Se vender camisas dá dinheiro imagine se fosse se elas fossem bem feitas.
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As camisas de alguns times no Brasil parecem mais com abadas de micaretas baianas do que propriamente com camisas de futebol, é patrocínio pra todo lado, embaixo dos braços, nas costas, nos calções etc, um monte de nomes estampados que não da pra ver o numero da camisa.
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Será que isso é uma estratégia ou eles gostam de ser ridículos???



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Bom, na minha opinião os dirigentes deveriam usar o bom senso para fazer as camisas e principalmente os patrocinadores e os fornecedores de materiais esportivos deveriam ser mais rigorosos com os clubes.
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Imagino como os narradores fazem para enxergar os números das camisas!!!